terça-feira, 12 de outubro de 2010

MENSAGEM DE FÁTIMA


Mensagem de Fátima
versão diplomática(*)


Primeira Parte

“A Virgem mostrou-nos– disseram os pastorinhos– um grande mar de fogo, que parecia estar debaixo da Terra. Imersos naquele fogo, havia demónios e outras almas, como se fossem brasas transparentes negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, arrastadas pelas chamas que saiam deles mesmos juntamente a nuvens de fumo, caindo por todas as partes, tal com caem as cinzas nos grandes incêndios, sem peso nem equilibro, entre gritos e gemidos de dor e de desespero que provocavam pânico e faziam tremer de medo. Os demónios reconheciam-se pelas formas horríveis e repugnantes de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta visão durou um momento, graças à nossa boa Mãe do Céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição), pois de contrário, creio que teríamos morrido de medo e de terror.”



Segunda Parte

A Virgem disse de seguida aos pastorinhos: “Vistes o inferno, onde caem as almas dos pobres pecadores. Para salvá-los, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. Se fazerem o que Eu vos direi, muitas almas se salvarão e terão paz. A guerra está a ponto de acabar (trata-se da Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918); mas se não param de ofender a Deus, durante o pontificado de Pio Xi começará outra pior. Quando vires uma noite iluminada por uma luz desconhecida (Lúcia considerou que a “extraordinária” aurora boreal, na noite de 25 de Janeiro de 1938, era o signo de Deus para o início da guerra), sabei que é o grande signo que Deus dará para castigar o mundo pelos seus crimes, por meio da guerra, da fome e das perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedi-lo, virei a pedir a consagração da Rússia ao Meu Coração Imaculado e a Comunhão de Reparação nos primeiros sábados”. (Esta promessa de voltar cumpriu-se a 10 de Dezembro de 1925, quando a Virgem apareceu a Lúcia em Pontevedra, Espanha).

Se aceitarem os meus pedidos, a Rússia converter-se-á e haverá paz; se não é assim, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja.

Os bons serão martirizados; o Santo Padre terá que sofrer muito, e várias nações serão destruídas. Finalmente, o Meu Coração Imaculado triunfará. O Santo Padre fará que a Rússia se consagre a Mim, a qual se converterá (foram cumpridas as condições para a consagração da Rússia e, consequentemente, para a sua conversão, tal como a Mãe de Deus pediu? Lúcia manifestou a opinião contrária. Deste modo, continuamos sofrendo as consequências do comunismo ateu, que nas mãos de Deus é um flagelo para castigar o mundo pelos seus pecados), e será concedido ao mundo um período de paz.” (Esta promessa é incondicional e, certamente, cumprir-se-á. Mas nós não conhecemos o dia em que dita promessa se realizará.)



Terceira Parte

“Não temas, querida pequena. É a Mãe de Deus que te fala e que te pede que faças pública a presente mensagem para o mundo inteiro. Procedendo assim, encontrarás fortes resistências. Escuta bem e presta atenção a isto que te digo.

Os Homens devem corrigir-se. Com humildes súplicas devem pedir perdão pelos pecados cometidos e que pudessem cometer. Tu desejas que dê um sinal para que cada um aceite as palavras que Eu digo, através de ti, ao género humano. Vistes o prodígio do Sol e todos, crentes, incrédulos, aldeãos, citadinos, sábios, jornalistas, laicos, sacerdotes, todos o viram. Agora proclama em Meu Nome:

Um grande castigo cairá sobre o género humano, não hoje nem amanhã, mas na segunda metade do século XX. Eu já o tinha revelado aos pequenos Melania e Maximino em “La Salette”, e hoje repito-te a ti, porque o género humano pecou e pisoteou o Dom que lhe tinham concedido. Em nenhum lugar do mundo há ordem, e Satanás reina sobre os mais altos postos, determinando a marcha das coisas. Ele, efectivamente, logrará introduzir-se até ao cume da Igreja. Ele logrará seduzir os espíritos dos grandes cientistas que inventam as armas, com as quais será possível destruir em poucos minutos grande parte da humanidade. Terá em seu poder os poderosos que governam os povos, e incitá-los-á a fabricar enormes quantidades destas armas. E se a humanidade não se opuser, estarei obrigada a deixar livre o braço de Meu Filho. Então ver-se-á que Deus castigará os homens com maior severidade, como não o tinha feito desde o Dilúvio.

Chegará o tempo dos tempos, o fim dos fins, se a humanidade não se converte; e se tudo continuar como agora, ou pior, se agravar muito mais, os grandes e os poderosos padecerão junto aos pequenos e aos débeis. Também para a Igreja chegará o tempo das suas maiores provas. Cardeais opor-se-ão a cardeais, e bispos a bispos. satanás caminhará por entre as suas fileiras, e em Roma haverá mudanças. O que está podre cairá e o que cair não se levantará jamais. A Igreja será ofuscada, e o mundo transtornado pelo terror. Tempo chegará em que nenhum rei, imperador, cardeal ou bispo, esperará Aquele que, sem embargo, virá, mas para castigar segundo os desígnios de Meu Pai.

Uma grande guerra desencadear-se-á na segunda metade do século XX. Fumo e fogo cairão do Céu, as águas dos oceanos tornar-se-ão vapor e a espuma elevar-se-á revolvendo e inundando tudo. Milhões e milhões de Homens perecerão de hora em hora. Aqueles que fiquem com vida envejarão aos mortos. Para qualquer sítio onde se dirija o olhar haverá angústia, miséria e ruínas, e em todos os países.

Vês? O tempo aproxima-se cada vez mais, e o abismo engrandece-se sem esperança. Os bons perecerão com aos maus, os grandes com os pequenos; os príncipes da Igreja com os seus fiéis e os governantes com os seus povos. Haverá morte por todas as partes por causa dos erros cometidos pelos insensatos e os partidários de Satanás, o qual, só então, reinará sobre o mundo. Por fim, quando aqueles que sobreviverem a todo o evento estejam ainda com vida, proclamarão novamente a Deus e à Sua Glória, e o servirão como no tempo em que o mundo não era tão perverso.

Vê, minha pequena, e proclama-o! Eu, para isso, estarei sempre a teu lado para ajudar-te.”



Um pensamento... para meditar:

Quando a mensagem foi recebida, em 1917, ninguém poderia pensar todavia na bomba atómica, nas suas consequências e em todas aquelas outras energias que, “durante poucas horas poderiam destruir toda a humanidade”. Isto é suficiente para demonstrar a autenticidade da mensagem, e deveria também fazer-nos reflectir sobre tudo quanto foi dito e recomendado pela Virgem. Ela é Mãe, e como tal, quer preservar-nos de todo o mal, tanto espiritual como moral ou físico.

sábado, 9 de outubro de 2010

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE


Semana: Tempo Comum XXVIII Tempo: T. Comum


ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 129, 3-4
Se tiverdes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, Senhor Deus de Israel.

ORAÇÃO COLECTA
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça
preceda e acompanhe sempre as nossas acções
e nos torne cada vez mais atentos
à prática das boas obras.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I 2 Reis 5, 14-17
«Naamã foi ter novamente com o homem de Deus»

e confessou a sua fé no Senhor
A primeira e a terceira leitura deste domingo põem, lado a lado, dois estrangeiros que mostram ter uma alma mais próxima de Deus do que muitos dos do seu povo. Não foi o pertencerem oficialmente ao povo eleito que os salvou, mas o saberem abrir-se à palavra de Deus e terem fé n’Ele. Para Deus não há estrangeiros, e os que são do seu povo só aproveitarão de tal situação se viverem da fé.

Leitura do Segundo Livro dos Reis
Naqueles dias, o general sírio Naamã desceu ao Jordão e aí mergulhou sete vezes, como lhe mandara Eliseu, o homem de Deus. A sua carne tornou-se tenra como a de uma criança e ficou purificado da lepra. Naamã foi ter novamente com o homem de Deus, acompanhado de toda a sua comitiva. Ao chegar diante dele, exclamou: «Agora reconheço que em toda a terra não há outro Deus senão o de Israel. Peço-te que aceites um presente deste teu servo». Eliseu respondeu-lhe: «Pela vida do Senhor que eu sirvo, nada aceitarei». E apesar das insistências, ele recusou. Disse então Naamã: «Se não aceitas, permite ao menos que se dê a este teu servo uma porção de terra para um altar, tanto quanto possa carregar uma parelha de mulas, porque o teu servo nunca mais há-de oferecer holocausto ou sacrifício a quaisquer outros deuses, mas apenas ao Senhor, Deus de Israel».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 1-4 (R. cf. 2b)
Refrão: O Senhor manifestou a salvação a todos os povos. Repete-se
Ou: Diante dos povos manifestou Deus a salvação. Repete-se

Cantai ao Senhor um cântico novo
pelas maravilhas que Ele operou.
A sua mão e o seu santo braço
Lhe deram a vitória. Refrão

O Senhor deu a conhecer a salvação,
revelou aos olhos das nações a sua justiça.
Recordou-Se da sua bondade e fidelidade
em favor da casa de Israel. Refrão

Os confins da terra puderam ver
a salvação do nosso Deus.
Aclamai o Senhor, terra inteira,
exultai de alegria e cantai. Refrão


LEITURA II 2 Tim 2, 8-13
«Se sofremos com Cristo, também com Ele reinaremos»

A leitura do Apóstolo começa por um acto de fé na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, para passar depois a uma profissão de fé no sentido da vida do cristão em comunhão com Cristo, que morreu e ressuscitou. Esta leitura é assim um verdadeiro hino, onde se proclama o sentido último da vida cristã, vida que encontra todo o sentido na união ao Senhor Jesus, no seu mistério pascal.

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo a Timóteo
Caríssimo: Lembra-te de que Jesus Cristo, descendente de David, ressuscitou dos mortos, segundo o meu Evangelho, pelo qual eu sofro, até ao ponto de estar preso a estas cadeias como um malfeitor. Mas a palavra de Deus não está encadeada. Por isso, tudo suporto por causa dos eleitos, para que obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com a glória eterna. É digna de fé esta palavra: Se morremos com Cristo, também com Ele viveremos; se sofremos com Cristo, também com Ele reinaremos; se O negarmos, também Ele nos negará; se Lhe formos infiéis, Ele permanece fiel, porque não pode negar-Se a Si mesmo.
Palavra do Senhor.


ALELUIA cf. 1 Tes 5, 18
Refrão: Aleluia. Repete-se
Em todo o tempo e lugar dai graças a Deus,
porque esta é a sua vontade a vosso respeito
em Cristo Jesus. Refrão


EVANGELHO Lc 17, 11-19
«Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus
senão este estrangeiro»

A atitude fundamental da oração é a acção de graças, porque ela supõe no cristão, antes de mais, o reconhecimento do que Deus lhe dá e a resposta a esse dom, com o louvor agradecido. É precisamente esta atitude espiritual que se exprime com a palavra “eucaristia”, o nome da acção de graças por excelência.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, indo Jesus a caminho de Jerusalém, passava entre a Samaria e a Galileia. Ao entrar numa povoação, vieram ao seu encontro dez leprosos. Conservando-se a distância, disseram em alta voz: «Jesus, Mestre, tem compaixão de nós». Ao vê-los, Jesus disse-lhes: «Ide mostrar-vos aos sacerdotes». E sucedeu que no caminho ficaram limpos da lepra. Um deles, ao ver-se curado, voltou atrás, glorificando a Deus em alta voz, e prostrou-se de rosto em terra aos pés de Jesus, para Lhe agradecer. Era um samaritano. Jesus, tomando a palavra, disse: «Não foram dez os que ficaram curados? Onde estão os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro?». E disse ao homem: «Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou».
Palavra da salvação

SECRETARIADO NACIONAL DE LITURGIA

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

OUTONO REPARADOR





O vento uiva e brama...
Faz revolto o rio,
Põe as folhas em rodopio.
As nuvens sem eira nem beira
galopam sem freio, em exaustão.
O quente, afaga o crispado frio...
a querer afogar o Verão.

Esperando o São Martinho
para vender o bom vinho
e terminar sua feira..
o Estio aguarda as colheitas,
esquece suas maleitas
no tempo inda quentinho.

Os dias colhem a bravura
de quantos fanam a dura
dos trabalhos que perduram
dos dias a "longo prazo".
Visível, a velha estação.
entre folhagem agridoce,
parece,por ora, enfurecida
com os muitos dissabores.
É que, a mãe natureza,
perdida dos seus amores
por causa de desamores,
deixou, ao tempo precoce,
terra queimada,enxofrada,
jazida de cinzas impudores
cerrando a áurea beleza
entre lutos arvoredos
dentre escuros medos.

E o Outono adverte
neste tom zangado:
que é preciso renovar
os ocos corações ,
massificá-los no amor,
que trará nova vida,
que prepara a terra, quase inerte,
com novas criaturas...

Espalhando as sementes
vivas e prementes:
da bondade, amizade,
do belo e fraternidade!


E Deus fala por Suas humildes criaturas,
indefesas, silenciosas, respirando canduras
numa doação de misturas
multicores e de " stop" odores...
Que só Amam ...
Que só Amam...
Que só Amam...


Maria do Rosário Guerra

7 DE OUTUBRO -FALANDO COM MARIA



Ó Mãe querida de Jesus!
Ó Mãe perfeita do Sim!
Ó Arauto directo de Luz!,
Ó Mestra plena da Vida!
Que a Vossa Fé operosa
chameie fervorosa
no facho clarão divino!

Maria, Mãe de Deus,
Tesouro do mundo inteiro,
templo granitico e sólido,
Sacrário materno primeiro
do Evangelho Timoneiro...

Graças a Ti,Maria,
fontral de cada dia,
a Trindade é adorada,
na Unidade glorificada!
Ó Maria, os anjos se alegram,
os demónios se pregam
dentre tições infernais,
o homem caído, o Céu revê
no Espírito Santo santificador,
no Jesus Redentor
no Pai Uno e Criador!

Santa Maria, minha Mãe,
Toma nos braços tua filha,
Dá-lhe um coração de partilha
que saboreie a alegria,
que renegue a tristeza,
antes fiel, simples, generoso,
humilde,sem rancor, amoroso.
Um coração perdoando a maldade,
um coração na dor, imolado
mas não idolatrado.
Que se dê, sem ser querido,
por um Jesus tão sofrido,
Ó Maria, Mãe dos ideais nobres,
Manhã, após a tormenta,
faz-me branca para subir contigo,
das febres loucas; sede a brisa
que liberta a carne dos tropeços
e a sacrificam ao divino Amor
Maria, saiba como tu, no Senhor...
Esperar a ressurreição final
na alegria do canto final
o sabor da eternidade. Amem!

de Maria do Rosário Guerra

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

INTIMIDADE

No silêncio da alma, esquecida do barulho, mergulhada no silêncio, sem a preocupação de nos conhecermos mas a de conhecê-lO, apercebemo-nos das Suas valências, da nossa condição de servos inúteis, da capacidade do abandono e da indiferença ao que julguem ou decidam sobre nós. Somos apenas o barro que Ele quer moldar e o silêncio que Ele próprio nos impõe a realizar em nós.Nada do amanhã mas viver somente o momento presente, seja ele de quietude ou de actividade, mas em liberdade de griança nas mãos do Pai - sempre a sós com o Só deixando-nos conduzir por Ele através dos sinais do tempo.Numa Paz sem vento.

Maria do Rosário Guerra

COM JESUS NA HORA NONA COM SANTA FAUSTINA


= COM JESUS NA HORA NONA =
“Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte
da misericórdia. O vaso é a Imagem com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós”
“Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas;
que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” - (D. § 570)
I = ORAÇÃO DAS TRÊS HORAS DA TARDE - HORA DA MISERICÓRDIA
Esta “Oração” consiste em Via-Sacra, Terço da Misericórdia e Meditação da Paixão:
01 = CANTO AO ESPÍRITO SANTO
A nós descei Divina Luz.
A nós descei Divina Luz.
// Em nossas almas acendei
o amor, o amor de Jesus // - (bis
02 = ABERTURA DAS ORAÇÕES
2.1 = PERSIGNAR-SE
Pelo sinal da Santa Cruz - (na testa)
Livrai-nos Deus, nosso Senhor - (na boca)
Dos nossos inimigos - (no peito)
2.2 = SINAL DA CRUZ – (05 vezes em honra das 5 chagas de Nosso Redentor):
-(em honra das chagas das mãos)
-(em honra das chagas dos pés)
-(em honra das chagas da cabeça)
-(em honra das chagas das costas e do ombro)
-(em honra das chagas do lado e do coração de onde jorrou sangue e água como
fonte de Misericórdia para toda a humanidade)
03 = FORMULAÇÃO DAS INTENÇÕES - (gerais e particulares)
04 = ORAÇÕES - (Introdução livre, conforme inspiração - pelo Dirigente)
(A VIA-SACRA e o TERÇO, REZA-SE, preferencialmente, AJOELHADO, unindo-nos ao SACRIFÍCIO de JESUS)
4.1 = VIA-SACRA DA DIVINA MISERICÓRDIA
(as Estações podem ser cantadas por SOLISTA e as respostas por TODOS)
(ajoelhar-se durante a resposta: “tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro”, ou o tempo todo)
T = Eterno Pai, eu Vos ofereço a dolorosa Paixão de Jesus Cristo
em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.
01 = Por sua condenação à morte,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
02 = Pela Cruz que Lhe foi posta sobre os ombros,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
03 = Pela Sua primeira queda,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
04 = Pelas lágrimas de Sua Mãe que veio ao seu encontro,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro. = 01 =
05 = Pelo seu cansaço atroz devido ao qual obrigaram um homem a ajudá-Lo,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
06 = Pela compaixão da mulher que enxugou o seu rosto ensanguentado,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
07 = Pela sua segunda queda,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
08 = Pelas palavras dirigidas às mulheres que dele se compadeciam,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
09 = Pela sua terceira queda,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
10 = Pela dor que sentiu, quando o seu Corpo foi despido,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
11 = Pela horrível perfuração dos pregos
que atravessaram as suas mãos e os seus pés,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
12 = Pela Água e Sangue emanados do seu Coração,
como fonte de todos os bens,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
13 = Pela lembrança de todos os tormentos de sua Mãe
quando O recebeu morto entre os braços,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
14 = Pela pedra que fechou o sepulcro,
R = tende Misericórdia de nós e do mundo inteiro.
T = Vós morrestes, Jesus, mas uma fonte de vida jorrou para as almas e
abriu-se um mar de misericórdia para o mundo. Ó fonte de vida,
insondável misericórdia de Deus, envolvei o mundo todo e derramai-
Vos sobre nós. AMÉM. (Diário, § 1319)
4.2 = TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA
01 = No principio: “Pai Nosso...” “Ave Maria...” “Creio...” - (Símbolo Apostólico)
02 = Nas contas grandes: do “Pai Nosso”:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade
de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo,
em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.
03 = Nas contas pequenas das “Ave-Marias”:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
04 = Entre as dezenas, no lugar do “Glória ao Pai”:
Ó sangue e água que jorraste do Coração de Jesus
como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em vós.
05 = No fim do terço (dizer ou cantar três vezes):
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
= 02 =
4.3 = LOUVORES À DIVINA MISERICÓRDIA
O Amor de Deus é a flor – e a Misericórdia o fruto.
Que a alma que desconfia leia estes louvores da Misericórdia, e torne-se confiante.
Misericórdia Divina, que brota do seio do Pai, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, atributo máximo de Deus, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, mistério inefável, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, fonte que brota do mistério da Santíssima Trindade, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nenhuma mente nem angélica nem humana pode perscrutar, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, da qual provém toda a vida e felicidade, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, mais sublime do que os Céus, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, fonte de milagres e prodígios, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que envolve o universo todo, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que desce ao mundo na Pessoa do Verbo Encarnado, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que brotou da chaga aberta do Coração de Jesus, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, encerrada no Coração de Jesus para nós
e sobretudo para os pecadores, eu confio em Vós
Misericórdia Divina, imperscrutável na instituição da Eucaristia, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, na instituição da Santa Igreja, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, no sacramento do Santo batismo, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, na nossa justificação por Jesus Cristo, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos acompanha por toda a vida, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos envolve de modo particular na hora da morte, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos concede a vida imortal, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos acompanha em todos os momentos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos defende do fogo do inferno, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, na conversão dos pecadores endurecidos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, enlevo para os anjos, inefável para os santos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, insondável em todos os mistérios Divinos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que nos eleva de toda miséria, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, fonte de nossa felicidade e alegria, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que do nada nos chama para a existência, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que abrange todas as obras das suas mãos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que coroa tudo que existe e que existirá, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, na qual todos somos imersos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, doce consolo para os corações atormentados, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, única esperança dos desesperados, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, repouso dos corações, paz em meio ao terror, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, delícia e êxtase dos santos, eu confio em Vós.
Misericórdia Divina, que desperta a confiança onde não há esperança, eu confio em Vós.
OREMOS:
“Ó Deus Eterno, em quem a Misericórdia é insondável, e o tesouro da
compaixão é inesgotável, olhai propício para nós e multiplicai em nós a
vossa Misericórdia, para que não desesperemos nos momentos difíceis, nem
esmoreçamos, mas nos submetamos com grande confiança à Vossa Santa
Vontade, que é amor e a própria Misericórdia. Amém.”
= 03 =
II = NOVENÁRIO
1 = Novena Preparatória à Festa da Misericórdia - (específica / às 15 horas)
Esta Novena prepara a humanidade para receber as bênçãos da Festa da Divina
Misericórdia, conforme intenções indicadas por Nosso Senhor Jesus Cristo: cada dia é por
um grupo de almas que Ele quer acolher em Seu Sacratíssimo Coração, mas pode ser feita
em qualquer época para que Ele continue a derramar Sua Misericórdia sobre a humanidade:
: - : - : - : - : -: - PRIMEIRO DIA - : - : - : - : - : - :
Hoje traze-Me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e
mergulha-os no oceano da Minha Misericórdia. Com isso Me consolarás na
amarga tristeza em que Me afunda a perda das almas.
Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos
perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa
infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e nunca nos
deixeis sair dele. Nós vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito
Santo.
Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no
Coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela
Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos a
onipotência da Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.
- : - : - : - : - : -: - SEGUNDO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha
insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão.
Por elas, como por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.
Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em
nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles
que olham para nós, glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no Céu.
Eterno Pai, dirigi o olhar da Vossa Misericórdia para a porção eleita da
Vossa vinha: Para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da
Vossa bênção e, pelos sentimentos do Coração de Vosso Filho, no qual estão
encerradas, dai-lhes a força da Vossa luz, para que possam guiar os outros nos
caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da Vossa insondável
Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.
- : - : - : - : - : -: - TERCEIRO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da
minha Misericórdia. Estas almas consolaram-Me na Via-sacra; foram aquela
gota de consolações em meio ao mar de amarguras.
Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente a todas as graças
do tesouro da Vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo
Coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor
inconcebível de que está inflamado o Vosso Coração para com o Pai Celestial.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do
Vosso Filho. Pela Sua dolorosa Paixão concedei-lhes a Vossa bênção e cercai-as da
vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas
com toda a multidão dos Anjos e dos Santos glorifiquem a Vossa imensa Misericórdia,
por toda a eternidade. Amém.
= 04 =
- : - : - : - : - : -: - QUARTO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais
pensei na Minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o Meu Coração.
Mergulha-os no mar da Minha Misericórdia.
Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai na mansão do Vosso
compassivo Coração as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da Vossa graça
os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da Vossa
Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do Vosso compassivo Coração.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos
conhecem e que estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Atraí-as à luz do Evangelho.
Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a
riqueza da Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.
- : - : - : - : - : -: - QUINTO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e mergulha-as no
mar da Minha Misericórdia. Na Minha amarga Paixão dilaceravam o Meu Corpo e o
Meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se
as Minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a Minha Paixão.
Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria Bondade, Vós não negais a luz àqueles
que Vos pedem, aceitai na mansão do Vosso compassivo Coração as almas dos nossos irmãos
separados, e atraí-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do Vosso
compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que
esbanjaram os Vossos bens e abusaram das Vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus
erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do Vosso Filho e para a Sua amarga Paixão, que
suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que
também eles glorifiquem a Vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.
- : - : - : - : - : -: - SEXTO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas mansas e humildes, assim como as almas das criancinhas e
mergulha-as na Minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao Meu
Coração. Elas Me reconfortaram na Minha amarga Paixão da Minha agonia. Vi que no
futuro iriam velar junto aos Meus altares como anjos terrestres. Sobre elas derramo
torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a Minha graça; às almas
humildes favoreço com a Minha confiança.
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: "Aprendei de Mim que sou manso e humilde de
coração", aceitai na morada do Vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das
criancinhas. Essas almas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como
um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Estas almas têm
morada permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e
misericórdia pelos séculos.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e para as almas das
criancinhas, que estão encerradas na morada compassiva do Coração de Jesus. Essas almas são as
mais semelhantes a Vosso Filho; o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o Vosso trono. Pai
de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas
almas, abençoai o mundo todo, para que todas as almas cantem juntamente a glória à Vossa
Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.
= 05 =
- : - : - : - : - : -: - SÉTIMO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a Minha
Misericórdia e mergulha-as na Minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais
sofreram por causa da Minha Paixão e penetraram mais profundamente no Meu
espírito. Elas são a imagem viva do Meu Coração compassivo. Estas almas brilharão
com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei
cada uma delas de maneira especial na hora da morte.
Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na morada do Vosso
compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da Vossa
Misericórdia. Essas almas potentes pela força poderosa do próprio Deus, avançam entre penas e
adversidades, confiando na Vossa Misericórdia. Essas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre
os seus ombros a humanidade inteira. Elas não serão julgadas severamente, mas a Vossa Misericórdia
as envolverá no momento da morte.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o Vosso maior
atributo, isto é, a Vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de
Jesus. Estas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de alegria, cantam um cântico
de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a Vossa Misericórdia segundo a
esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse:
"As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as
defenderei na vida, especialmente na hora da morte, como minha glória." Amém.
- : - : - : - : - : -: - OITAVO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no
abismo da Minha Misericórdia; que as torrentes do Meu Sangue refresquem o seu
ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha
Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro da Minha Igreja todas
as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento,
incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas
à minha Justiça.
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eis que estou trazendo à
mansão do Vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são muito queridas e que
no entanto devem dar reparação à Vossa Justiça. Que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do
Vosso Coração apaguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder
da Vossa Misericórdia.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão
encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, Vosso
Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a Sua santíssima alma, mostrai a Vossa
Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da Vossa Justiça; não olheis para elas de outra
forma senão através das Chagas de Jesus, Vosso diletíssimo Filho, porque nós cremos que a Vossa
bondade e Misericórdia são incomensuráveis Amém.
- : - : - : - : - : -: - NONO DIA - : - : - : - : - : - : -
Hoje traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da Minha Misericórdia. Estas
almas ferem mais dolorosamente o Meu Coração. Foi da alma tíbia que a Minha Alma
sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai afasta de Mim este
cálice, se assim for a Vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é
recorrer a minha Misericórdia.
= 06 =
Ó compassivo Jesus, que sois a própria compaixão, trago à morada do Vosso compassivo
coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do Vosso amor puro estas almas frias que são
semelhantes a cadáveres e Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a força
da Vossa Misericórdia e atraí-as até o fogo do Vosso amor e concedei-lhes o amor Santo, porque Vós
tudo podeis.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração
compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do Vosso Filho e por
sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo da Vossa Misericórdia.
Amém.
2 = Novena na Intenção de Pedir Graças de Convencimento ou de Conversão
(Diário, §§ 186, 187, 341)
Rezar, de coração contrito, repetindo 33 vezes seguidas, por dia, durante 09 dias a Oração:
“Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus
como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós!”
3 = Novena na Intenção de Aplacar a Ira de Deus e Para Pedir Graças em Geral
(Diário, § 476)
Rezar, por 09 dias seguidos, o Terço da Misericórdia, a qualquer hora e época.
p
4 = Novena na Intenção de Pedir Toda Espécie de Graças
(Diário, § 796)
Rezar durante nove dias antes da Festa da Misericórdia, iniciando na Sexta-Feira Santa:
“Terço da Misericórdia”
5 = Novena na Intenção da Conversão do Mundo e do Conhecimento da Misericórdia
(Diário, § 1059)
Rezar durante nove dias antes da Festa da Misericórdia, iniciando na Sexta-Feira Santa:
“Terço da Misericórdia”
6 = Novena na Intenção da Conversão dos Governantes e Pela Pátria
(Diário § 59)
Rezar durante nove dias seguidos a Ladainha de Todos os Santos.
“Faz uma novena pela Pátria. Esta novena constará da recitação
da Ladainha de Todos os Santos.”
Que pode ser de forma solene: cantada e com exposição do Santíssimo Sacramento e,
quando possível, com a Benção conforme o Ritual de Adoração do Santíssimo.
III = MEDITAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR
A Meditação pode ser mediante leitura ou preleção ou simplesmente contemplação
da Paixão com base nas Sagradas Escrituras, em Livros dos Místicos da Santa Igreja, dos
Santos Padres da Igreja ou outros autorizados pelo Sagrado Magistério da Igreja, a ser feita
após a Via-Sacra e o Terço da Misericórdia, porém nada impede de se fazer somente a
Meditação da Paixão às 15 horas (15 h. = 03 horas da tarde = a Hora Nona na época de Jesus).
Encontro TODAS AS SEXTAS-FEIRAS, às 15 horas, Igreja S. FRANCISO de ASSIS / Caranazal / Santarém-Pa
Associação “ROSA MYSTICA” Helio (093) - 8802-0321

terça-feira, 5 de outubro de 2010

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM OS ARAUTOS DO EVANGELHO


Evangelho segundo São Lucas 10,38-42
Naquele tempo: 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria ...
Terça-feira, 5 de Outubro de 2010.
SANTO DO DIA: São Plácido, Beneditino - Século VI
Primeira Leitura: Gálatas 1,13-24
Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas:
Irmãos: 13Certamente ouvistes falar como foi outrora a minha conduta no judaísmo, com que excessos perseguia e devastava a Igreja de Deus 14e como progredia no judaísmo mais do que muitos judeus de minha idade, mostrando-me extremamente zeloso das tradições paternas. 15Quando, porém, aquele que me separou desde o ventre materno e me chamou por sua graça 16se dignou revelar-me o seu Filho, para que eu o pregasse entre os pagãos, não consultei carne nem sangue 17nem subi, logo, a Jerusalém para estar com os que eram apóstolos antes de mim. Pelo contrário, parti para a Arábia e, depois, voltei ainda a Damasco. 18Três anos mais tarde, fui a Jerusalém para conhecer Cefas e fiquei com ele quinze dias. 19E não estive com nenhum outro apóstolo, a não ser Tiago, o irmão do Senhor. 20Escrevendo estas coisas, afirmo diante de Deus que não estou mentindo. 21Depois, fui para as regiões da Síria e da Cilícia. 22Ainda não era pessoalmente conhecido das igrejas da Judéia que estão em Cristo. 23Apenas tinham ouvido dizer que 'aquele que, antes, nos perseguia, está agora pregando a fé que, antes, procurava destruir'. 24E glorificavam a Deus por minha causa.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus

Salmo 138

Senhor, vós me sondais e conheceis, sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos, percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos.
R: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! Que prodígio e maravilha as vossas obras!
R: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
Até o mais íntimo, Senhor me conheceis; nenhuma sequer de minhas fibras ignoráveis; quando eu era modelado ocultamente, era formado nas entranhas subterrâneas.
R: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 10,38-42
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas:
Naquele tempo: 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra. 40Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: 'Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!' 41O Senhor, porém, lhe respondeu: 'Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada.'
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor.



Comentário ao Evangelho do dia feito por Bem-aventurada Isabel da Trindade (1880-1906), carmelita
Último retiro, 10º - 11º dias (OC, Cerf 1991, pp.173ss.)
«Maria, sentada aos pés do Senhor, escutava a Sua palavra»
Para que nada me tire do belo silêncio interior, [manterei] sempre a mesma condição, o mesmo isolamento, o mesmo distanciamento, o mesmo despojamento. Se os meus desejos, os meus medos, as minhas alegrias ou as minhas dores [...] não estiverem perfeitamente ordenados para Deus, não estarei sozinha e haverá ruído em mim; por isso, é preciso serenidade, «repouso das potências», concentração do ser. «Filha, escuta, vê e presta atenção; esquece o teu povo e a casa do teu pai. Porque o rei deixou-se prender pela tua beleza» [Sl 45 (44), 11-12]. [...] Esquecer o próprio povo parece-me difícil; porque aqui «povo» é todo este mundo, que faz, por assim dizer, parte de nós mesmos: é a sensibilidade, são as memórias, as impressões, etc. [...] Quando a alma faz essa ruptura, quando se liberta de tudo isso, o Rei fica prisioneiro da sua beleza. [...]
Vendo o belo silêncio que reina na Sua criatura e considerando que está absolutamente recolhida [...], o Criador fá-la passar por esta solidão imensa, infinita, [retira-a] para esse «lugar seguro» cantado pelo profeta [Sl 18 (17), 20] e que outra coisa não é se não Ele próprio. [...] «Ao deserto a conduzirei, para lhe falar ao coração» (Os 2, 16). Ei-la, a alma entrada nessa vasta solidão em que Deus Se fará ouvir! São Paulo diz: «A palavra de Deus é viva, eficaz e mais afiada que uma espada de dois gumes; penetra até à divisão da alma e do corpo, das articulações e das medulas» (Heb 4, 12). Portanto, será ela quem directamente completará o trabalho do despojamento na alma. [...]
Mas não é suficiente ouvir a palavra, é necessário guardá-la! (Jo 14, 23) E é guardando-a que a alma será «consagrada na verdade» (Jo 17, 17); é esse o desejo do Mestre [...]: não prometeu Ele àquele que guarda a Sua palavra que: «meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada»? (Jo 14, 23) É toda a Trindade que habita na alma que a ama verdadeiramente, ou seja, que guarda a Sua palavra

domingo, 19 de setembro de 2010

BENTO XVI EM LONDRES



Bento XVI aborda de novo pedofilia na homilia em Londres
Papa evocou na catedral de Westminster um dos temas dominantes da visita de quatro dias ao Reino Unido, exprimindo a sua "profunda aflição às vítimas inocentes destes crimes inomináveis".
Lusa
16:53 Sábado, 18 de Setembro de 2010


Bento XVI termina domingo em Birmingham a sua visita de Estado ao Reino Unido
Andrew Winning/Reuters
O Papa Bento XVI abordou hoje de novo em Londres o tema dos escândalos de pedofilia, evocando "o imenso sofrimento provocado pelos abusos cometidos nas crianças" e exprimindo a sua "profunda aflição às vítimas inocentes destes crimes inomináveis".

"De novo, penso no imenso sofrimento provocado pelos abusos cometidos nas crianças, especialmente no seio da Igreja e pelos seus ministros", declarou o Papa na homilia na catedral de Westminster, retomando assim um dos temas dominantes da visita de quatro dias.

"Exprimo antes de tudo a minha profunda aflição às vitimas inocentes destes crimes inomináveis, esperando que o poder da graça de Cristo e o seu sacrifício de reconciliação lhe deem uma profunda paz". "Reconheço também, convosco, a vergonha e a humilhação das quais todos sofremos por causa destes pecados", disse.


"Autoridade da Igreja não foi veloz e firme"



Desde o primeiro dia da visita, na quinta feira, Bento XVI tinha reconhecido que "a autoridade da Igreja (o Papa e os bispos) não tinha sido suficientemente veloz e firme para tomar as medidas necessárias", adiantou.

A publicação em novembro de 2009 de um relatório que revelava centenas de sevícias sexuais em crianças cometidas por padres na Irlanda, e cobertos pela hierarquia, conduziu a mais grave crise da Igreja nos últimos anos. Escândalos semelhantes surgiram, nomeadamente na Alemanha e na Bélgica.

Na sexta feira, durante um discurso perante responsáveis dos estabelecimentos católicos britânicos, o Papa pediu-lhes para "assegurarem nas nossas escolas um ambiente seguro para as crianças e para os jovens", numa nova alusão transparente aos escândalos de pedofilia envolvendo padres.

Segundo membros do Vaticano, que acompanham o Papa nesta visita de Estado, Bento XVI deverá encontrar-se em Londres ainda hoje com uma dezena de vítimas britânicas, provavelmente na nunciatura.

Bento XVI também se encontrou com vítimas de abusos sexuais nas precedentes visitas a Malta, aos Estados Unidos e à Austrália.

sábado, 18 de setembro de 2010

ORAÇÃO DO GARDEAL NEWMAN ADAPTADA POR TERESA DE CALCUTÁ

Oração do Cardeal John Newman adaptada por Madre Teresa de Calcutá

Ó Jesus, ajuda-me a difundir
a tua fragância
Por onde quer que eu vá.
Inunda a minha alma como o teu espírito
e com a tua vida.
Penetra em mim, apodera-te
do meu ser de modo tão completo
que toda a minha vida seja uma irradiação da tua.
Ilumina por meu intermédio
cada alma
e toma posse de mim de tal modo
que cada alma de que me aproxime
possa sentir a tua presença na minha alma.
Faz com que, ao ver-me,
não me veja, mas a ti.
Fica comigo.
A minha luz virá toda de ti, Senhor,
e nem sequer um raiozinho será meu.
Serás Tu a iluminar os outros
por meio de mim.
Sugere-me o louvor que mais te agrada,
iluminando outros à minha volta.
Que não te pregue com palavras,
mas com o meu exemplo,
com a influência das minhas acções,
com o fulgor visível do amor que o meu coração recebe de ti.
Amén

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

JOHN HENRY NEWMAN


John Henry Newman
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Cardeal

Venerável John Henry Newman, CO da Igreja Católica


COR AD COR LOQUITUR
Nascido em Londres, 21 de fevereiro de 1801
Ordenado
sacerdote 30 de maio de 1847
Consagrado
bispo
Elevado
arcebispo
Nomeado
patriarca
Funções
exercidas
Proclamado
cardeal 12 de maio de 1879 por Leão XIII
Falecimento Edgbaston, 11 de agosto de 1890
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John Henry Cardeal Newman, CO (Londres, 21 de fevereiro de 1801 — Edgbaston, 11 de agosto de 1890) foi um sacerdote anglicano inglês convertido ao catolicismo, posteriormente nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879. No dia 19 de setembro de 2010 será beatificado pelo Papa Bento XVI.


Estudou no Trinity College de Oxford (1816) e no Oriel College (1822) e foi ordenado sacerdote da Igreja Anglicana e um dos líderes do "Movimento de Oxford". Naquela época, ele considerava o anglicanismo de seu tempo excessivamente protestante e laicizado e considerava o catolicismo corrompido em relação às origens do cristianismo. Buscou uma "via media" entre os dois, e, pesquisando sobre os primórdios da Igreja Católica, terminou por converter-se.

Depois de sua conversão ao catolicismo (1845), ele foi ordenado sacerdote da Igreja Católica em Roma (1847), abriu e dirigiu em Birmingham um oratório de São Filipe Néri e foi ainda reitor da Universidade Católica da Irlanda (1854).


1 Pensamento e Apostolado
1.1 Sobre a infalibilidade papal
2 Homenagem e Louvor
3 Referências
4 Ligações externas

Pensamento e Apostolado
O seu pensamento é representativo da "filosofia da ação e da filosofia da vida", é considerado como integrante da corrente filosófica denominada Neoespiritualismo e Vitalismo que tem raízes no espiritualismo francês do século XIX, que surgiu para combater o positivismo e o racionalismo.

"O apostolado no campo da inteligência exercido por Newman foi intenso. As suas obras completas atingem a 37 tomos, versando sobre os mais variados assuntos — teologia, filosofia, literatura, história, espiritualidade — e os arquivos do Oratório conservam as 70.000 cartas que escreveu. As obras que publicou sobre a Universidade de Dublin, tornaram-se clássicas para a literatura católica. Os seus Sermões espelham todos eles sólida piedade e grande amor pelas almas".[1]

"Uma contribuição muito relevante de seu pensamento foi a chamada doutrina do desenvolvimento do dogma"[2] (que é uma doutrina muito diferente do pensamento modernista).

Sobre a infalibilidade papal
O cardeal Newman defendeu que “a infalibilidade da Igreja é como uma medida adotada pela misericórdia do Criador para preservar a [verdadeira] religião no mundo e para refrear aquela liberdade de pensamento que, evidentemente, em si mesma, é um dos nossos maiores dons naturais, mas que urge salvar dos seus próprios excessos suicidas.”[

Homenagem e Louvor

John Henry Newman em 1824."A sabedoria e a ortodoxia de Newman foram louvados por Leão XIII, Pio X e Pio XII". No séc. XX, já depois da morte do Cardeal Newman, o Papa Pio XII chegou mesmo a afirmar que Newman é a "Glória da Inglaterra e de toda a Igreja".[1]

Por ocasião da comemoração do centenário da sua morte, assim se referiu a Newman o então Cardeal Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé, em 28 de abril de 1990:

"De Newman aprendemos a compreender a primazia do Papa: a liberdade de consciência assim ensinava Newman com a Carta ao Duque de Norfolk não se identifica de modo algum com o direito de 'dispensar-se da consciência, de ignorar o Legislador e o Juiz, e de ser independentes de deveres invisíveis'. Deste modo a consciência, no seu significado autêntico, é o verdadeiro fundamento da autoridade do Papa. De facto, a sua força vem da Revelação, que completa a consciência natural iluminada de maneira apenas incompleta, e 'a sua razão de ser é o facto de ser o campeão da lei moral e da consciência'."
E ainda:

"Newman expôs na ideia do desenvolvimento a própria experiência pessoal de uma conversão jamais concluída, e assim ofereceu-nos a interpretação não só do caminho da doutrina cristã, mas também da vida cristã. O sinal característico do grande doutor da Igreja parece-me que seja aquele que ele não ensina só com o seu pensamento e com os seus discursos, mas também com a sua vida, porque nele pensamento e vida compenetram-se e determinam-se reciprocamente. Se isto é verdade, então Newman pertence deveras aos grandes doutores da Igreja, porque ele toca ao mesmo tempo o nosso coração e ilumina o nosso

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

COROA DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA


Coroa das sete dores de Nossa Senhora

No início : 1 Credo, 1 Pai Nosso e 1 Ave Maria
[Primeira dor] - A dor que sentiu o Seu Coração Virginal com a Profecia de Simeão.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Segunda dor] - A angústia que sentiu, ao ter que fugir, com São José e Seu Menino Deus, para o Egipto.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Terceira dor] - A aflição que Ela sentiu quando perdeu por três dias o Seu tesouro: Jesus
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Quarta dor] - A tristeza mortal que Ela sofreu ao ver Seu Filho carregando a Cruz, por nossos pecados.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Quinta dor] - O martírio do Seu Coração generoso, assistindo a Agonia que passava o Salvador.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Sexta dor] - A ferida que sofreu Seu Coração, ao ver trespassado o Coração de Seu Filho.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

[Sétima dor] - O desconsolo e desamparo que Ela sofreu, no sepultamento do Redentor.
(1 Pai Nosso e 7 Ave Maria)

No final: 1 Salve Rainha

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

terça-feira, 7 de setembro de 2010

PALAVRA DO SENHOR PARA O DIA DE HOJE COM OS ARAUTOS DO EVANGELHO


Evangelho segundo São Lucas 6,12-19
12Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos
Terça-feira, 7 de Setembro de 2010.
SANTO DO DIA: São Clodoaldo ou São Cloud, Sacerdote; Santos Marcos Crisino, Estêvão Pongracz e Melquior Grodziecki, presbíteros e mártires
Primeira Leitura: Primeira Carta aos Coríntios 6,1-11
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 1Quando um de vós tem uma questão com um outro, como se atreve a entrar na justiça perante os injustos, em vez de recorrer aos santos? 2Será que ignorais que os santos julgarão o mundo? Ora, se o mundo está sujeito ao vosso julgamento, seríeis acaso indignos de deliberar e julgar sobre questões tão insignificantes? 3Ignorais que julgaremos os anjos? Quanto mais, coisas desta vida! 4No entanto, se tendes dessas questões a resolver, recorreis a juízes que a igreja não pode recomendar. 5Digo isso, para confusão vossa! Será, então, que aí entre vós não se encontra ninguém sensato e prudente que possa ser juiz entre irmãos? 6Ao invés disso, irmão contra irmão vai a juízo, e isso perante infiéis! 7Aliás, já é uma grande falta haver processos entre vós. Por que não suportais, antes, a injustiça? Por que não tolerais, antes, ser prejudicado? Pelo contrário, vós é que cometeis injustiças e fraudes, e isso contra irmãos! 9Porventura ignorais que pessoas injustas não terão parte no reino de Deus? Não vos iludais: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem pederastas, 10nem ladrões, nem avarentos, nem beberrões, nem insolentes, nem salteadores terão parte no reino de Deus. 11E vós, isto é, alguns de vós, éreis isso! Mas fostes lavados, fostes santificados, fostes justificados pelo nome do Senhor Jesus Cristo
e pelo Espírito de nosso Deus.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus

Salmo 149
Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembléia dos fiéis! Alegre-se Israel em Quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
R: O Senhor ama seu povo de verdade. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
R: O Senhor ama seu povo de verdade. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos, com louvores do Senhor em sua boca Eis a glória para todos os seus santos.
R: O Senhor ama seu povo de verdade. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 6,12-19
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas:
12Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: 14Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; 16Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. 17Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 18Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. 19A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor



Comentário ao Evangelho do dia feito por Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997)
Fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Não há maior amor (a partir da trad. Il n'y a pas de plus grand amour, Lattès 1997, p. 24)
«Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar a Deus»
Os contemplativos e os ascetas de todos os tempos e de todas as religiões sempre procuraram a Deus no silêncio, na solidão dos desertos, das florestas, das montanhas. O próprio Jesus viveu quarenta dias em absoluta solidão, passando longas horas num coração a coração com o Pai, no silêncio da noite.

Nós próprios somos chamados a retirar-nos a espaços para um silêncio mais profundo, para um isolamento com Deus; a estar a sós com Ele, não com os nossos livros, os nossos pensamentos, as nossas recordações, mas num despojamento perfeito; a permanecer na Sua presença - silenciosos, vazios, imóveis, expectantes.

Não podemos encontrar a Deus no barulho, na agitação. Veja-se na natureza: as árvores, as flores e a erva dos campos crescem em silêncio; as estrelas, a lua, o sol movem-se em silêncio. O essencial não é o que possamos dizer mas o que Deus nos diz e o que Ele diz a outros através de nós. Ele escuta-nos no silêncio; no silêncio fala às nossas almas. No silêncio é-nos dado o privilégio de escutar a Sua voz:
Silêncio dos nossos olhos.
Silêncio dos nossos ouvidos.
Silêncio das nossas bocas.
Silêncio dos nossos espíritos.
No silêncio do coração,
Deus falará

domingo, 5 de setembro de 2010

FALECEU O REV.MO SENHOR BISPO, D. TOMAZ NUNES







Durante a noite de 31 de Agosto para 1 de Setembro, morreu subitamente o Reverendíssimo Senhor Bispo, D. Tomaz Pedro Barbosa da Silva Nunes, na residência do Paço Episcopal.
Foi bispo Auxiliar de Lisboa e Vigário Geral do Patriarcado. Seu corpo foi encontrado morto pelas 9h e 30m do dia 1 de setembro.
Na Igreja de Fátima, D- Tomaz da Silva Nunes foi baptizado e ordenado bispo. Ali foi rezada uma vigília de oração junto do seu corpo, até à celebração das exéquias pelas 11 horas do dia 2 de Setembro.. Tinha 67 anos.
A seu respeito disse o Senhor Cardeal Patriarca:"Está junto de Deus, única recompensa de uma vida entregue, toda ela, ao SERVIÇO da IGREJA"
Paz à sua alma
!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BAPTISTA-CANÇÃO NOVA




29 de Agosto
Martírio de São João Batista

Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista...De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar." (Mt 11,11-14)

Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.

São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: "Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)

São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo.

Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" (Mc 6,25)

Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.

São João Batista, rogai por nós!

DOMINGO XXII DO TEMPO COMUM


Evangelhosegundo São Lucas 14,1.7-14
1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam.
Domingo, 29 de Agosto de 2010.
SANTO DO DIA: Martírio de São João Batista; Beata Bronislava, virgem
PrimeiraLeitura do Eclesiástico 3,19-21.30-31
Leitura do Livro do Eclesiástico:
19Filho, realiza teus trabalhos com mansidão e serás amado mais do que um homem generoso. 20Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor. Muitos são altaneiros e ilustres, mas é aos humildes que ele revela seus mistérios. 21Pois grande é o poder do Senhor, mas ele é glorificado pelos humildes. 30Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado está enraizada nele, e ele não compreende. 31O homem inteligente reflete sobre as palavras dos sábios, e com ouvido atento deseja a sabedoria.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus

Segunda Leitura da Carta aos Hebreus 12,18-19.22-24a
Leitura da Carta aos Hebreus:
Irmãos:18Vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: 'fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, 19som da trombeta e voz poderosa', que os ouvintes suplicaram não continuasse. 22Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; 23da assembléia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; 24ade Jesus, mediador da nova aliança.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus


Salmo 67
Os justos se alegram na presença do Senhor rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! Cantai a Deus, a Deus louvai,cantai um salmo a seu nome! o seu nome é Senhor: exultai diante dele!
R: Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.
Dos órfãos ele é pai, e das viúvas protetor: é assim o nosso Deus em sua santa habitação. É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.
R: Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.
Derramastes lá do alto uma chuva generosa, e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes; e ali vosso rebanho encontrou sua morada; com carinho preparastes essa terra para o pobre.
R: Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.


Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 14,1.7-14
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas :
1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola: 8'Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: 'Dá o lugar a ele'. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar. 10Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: 'Amigo, vem mais para cima'. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado.' 12E disse também a quem o tinha convidado: 'Quando tu deres um almoço ou um jantar,não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos.'
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor


Comentário ao Evangelho do dia feito por Bem-aventurado Charles de Foucauld (1858-1916)
Eremita e missionário no Saara
Retiro, Terra Santa, Quaresma de 1898
Seguir Cristo servo no último lugar
[Cristo:] Vede [a Minha] devoção para com os homens, e reflecti sobre qual deve ser a vossa. Vede esta humildade para bem do homem, e aprendei a baixar-se para fazer o bem [...], a fazer-vos pequenos para ganhar os outros, a não temer descer, perder os vossos direitos quando se trata de fazer o bem, a não crer que, descendo, ficareis impossibilitados de fazer o bem. Pelo contrário, abaixando-vos, imitais-Me; abaixando-vos, empregais, por amor aos homens, o meio que Eu próprio utilizei; abaixando-vos, andais no Meu caminho, e consequentemente na verdade; e permanecer nele é o melhor lugar para se ter vida, e para a dar aos outros. [...] Pela Minha Incarnação coloquei-Me ao nível das criaturas, dos pecadores; [...] pelo Meu baptismo: abaixamento, humildade. [...] Abaixai-vos sempre, humilhai-vos sempre.

Aqueles que são os primeiros ocupam sempre, pela humildade e pela disposição de espírito, o último lugar, num sentimento de abaixamento e de serviço. Amor pelos homens, humildade, último lugar, no último lugar enquanto a vontade divina não vos chamar para outro, porque então é necessário obedecer. Antes de tudo, a obediência, a conformidade com a vontade de Deus. Primeiramente, estai no último lugar pelo espírito, pela humildade; ocupai-o com espírito de serviço, considerando que estais apenas para servir os outros e conduzi-los à salvação

ARAUTOS DO EVANGELHO

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PENSAMENTOS DE LUTA



1- A vida só nos exige a força que possuímos. Só uma proeza é possível- Não termos de fugir.(Dag Hammarskjold)
2-Um homem faz o que deve- apesar das consequências pessoais, apesar dos obstáculos, apesar das pressões, apesar dos perigos- e essa é a base de toda a moral humana (John F. Kennedy).
3-Qualquer passo em direcção ao objectivo da justiça, requer sacrifício, sofrimento e luta.É o esforço incansável e o empenho apaixonado de indivíduos dedicados.( Martin Luther King)
4-AD ASTRA PER ASPERA ( para as estrelas através das tribulações) (Lema do estado do Kansas)
5- Sobrevivemos a todas as coisas- fome, sede, perda, dor, sofrimentos,, misérias, aflições e tristezas; a vida aflige-nos na alma e no corpo- mas não podemos morrer, embora doentes, cansados, fracos e extenuados.
Vede, tudo pode ser suportado.( Elizabeth Akers Allen)
6-Portanto, a aprendizagem dos últimos vinte anos terminou. O único juiz sou eu a dicidir os meus limites. Nos próximos vinte anos não existe nenhum limite.
Este tipo de consciência amadureceu o máximo que me é possível; o envelhecimento parou aqui. Agora limito-me a melhorar(Glória Naylor)
7- A perseverança não consiste numa corrida longa; consiste em muitas corridas curtas, umas após outras , no seu peregrinar (Walter Elliott).
8- Sou uma espécie de sanguessuga. Agarro-me ( William Shakespeare)
9-No coração do inverno aprendi, finalmente, que dentro de mim, dormia um verão invencível(Albert Camus)
19-Seremos realmente livres, não quando os nossos dias decorrem sem nenhum cuidado e as nossas noites sem nenhuma privação ou preocupação. Mas antes quando estas coisas exigirem a nossa vida e, mesmo assim, nos erguermos perante elas, nus e as desatarmos.(Khalil Gibran)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

SANTA ROSA DE LIMA ROGAI POR NÓS




A personalidade de Santa Rosa de Lima, desde a infância, é impressionante. Nasceu em uma rica família espanhola que se transferiu para o Peru. Contudo, com a falência dos negócios da família, conheceram a miséria. Não quis ser freira. Foi aceita em uma ordem secular dominicana. Os pais, contrariados, já que a queriam casada, lhe impuseram os mais duros trabalhos domésticos para que desistisse da idéia. Aos 20 anos, professou os votos na Ordem Terceira de São domingos. Obteve a autorização do bispo, e com recursos próprios da venda de refinados bordados e costuras, mandou construir uma pequena cela ao fundo, no quintal da casa dos pais. Ali permaneceu até a morte, em 24 de agosto. É Padroeira da América Latina e das Filipinas, pela caridade para com os dessassistidos, principamente com pessoas pertencentes aos povos negros e índios. Leia mais….
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Fonte: Spe Deus
Isabel Flores y de Oliva nasceu no dia 20 de Abril de 1586, na cidade de Lima (capital do Peru), no seio duma família numerosa e rica de origem espanhola. Contudo os negócios declinaram e ficaram na miséria.
Isabel foi o nome colocado no baptismo. Mais tarde foi mudado para Rosa, com a aprovação do Arcebispo local, ao saber que uma criança índia tinha visto o seu rosto como uma rosa: de facto, possuía feições rosadas e era muito bela mas desde cedo, tentou disfarçar a sua beleza: esfregava os olhos com pimentos e maltratava o rosto à força de vigílias e jejuns.

Curiosamente fazia penitências logo na sua infância que eram dissimuladas pelo seu carácter alegre e simpático. Era dotada para as artes: cantava, tocava harpa e viola, fazia versos e desenhava tanto no papel como no pano.

Rosa teve também desde logo uma grande inclinação para a oração e meditação, procurando exercitar as virtudes da paciência, da penitência e da alegria.

Já adolescente, enquanto rezava diante da imagem da Virgem Maria, decidiu entregar sua vida somente a Cristo. Os pais queriam casá-la e tinha vários pretendentes mas ela recusou, defendendo-se com o voto de virgindade que tinha feito muito cedo.

Ingressou na Ordem Terceira de S. Domingos, inspirada pela vida Santa Catarina de Sena. Dedicou-se, então, ao jejum, às severas penitências e à oração contemplativa, aumentando seus dons de profecia e prodígios. Os pais indignaram-se com as atitudes que Isabel adoptara e começaram a maltratá-la ocupando-a dos trabalhos mais duros da casa o que ela fazia sem se queixar e sem abandonar os seus exercícios de piedade.

Aos vinte anos, pediu e obteve licença para emitir os votos religiosos em casa e não no convento, como terciária dominicana.

Quando vestiu o hábito e se consagrou, mudou então o nome para Rosa e acrescentou Santa Maria, por causa de sua grande devoção à Virgem Maria, passando a ser chamada Rosa de Santa Maria.

Construiu uma pequena cela no fundo do quintal da casa de seus pais, levando uma vida de austeridade, de mortificação e de abandono à vontade de Deus. Passou a sustentar a família com as rendas e bordados que fazia, pois seu confessor consentiu que ela não saísse mais de sua cela, excepto para receber a Eucaristia.

A partir da tomada do hábito, imprimiu ainda mais rigor nas suas penitências. Começou a usar, na cabeça, uma coroa de metal espinhento, disfarçada com botões de rosas. Aumentou os dias de jejum e dormia sobre uma tábua com pregos. Estes são apenas alguns exemplos do que Rosa fazia por amor à Paixão de Cristo penitenciando o seu corpo

Vivendo em contínuo contacto com Deus, atingiu um alto grau de vida contemplativa e experiência mística, compreendendo em profundidade o mistério da Paixão e Morte de Jesus. É-lhe reconhecido o dom da profecia e penetração dos corações, o dom dos milagres e tinha êxtases com frequência e por vezes com duração de 48 horas e até de 62 horas!

Aos trinta e um anos de idade, em Abril de 1617, foi acometida por uma grave doença, que lhe causou sofrimentos e danos físicos até à morte (24 de Agosto).

Encontrando-se a morrer, olhava para a mãe aflita, que estava junto à sua cabeceira e, com alusão evangélica à parábola das 10 virgens disse-lhe: “Tenho de ser pontual; se não chegar à hora marcada, fechar-me-ão as portas como às virgens loucas” Fez sobre si o sinal da cruz e suspirou: “Jesus, Jesus, está comigo!”

Rosa foi beatificada em 1667 e canonizada a 12 de Abril de 1671 pelo papa Clemente X.

PALAVRAS DE SANTA ROSA LIMA RETIRADAS DE ESCRITOS:

“O Salvador fez ouvir a sua voz e disse com incomparável majestade:

«Saibam todos que à tribulação, se segue a graça; reconheçam que, sem o peso das aflições, não se pode chegar à plenitude da graça; compreendam que com o aumento dos trabalhos cresce simultaneamente a medida dos carismas. Não se deixem enganar: esta é a única escada verdadeira do paraíso, e sem a cruz não há caminho por onde se possa subir ao céu»

(…)Ó, se os mortais conhecessem o que é a graça divina, como é bela, nobre e preciosa, quantas riquezas encerra, quantos tesouros, quantas alegrias e delícias em si contêm!

(…) Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que porventura lhe advêm, se conhecesse a balança em que são pesados para serem distribuídos pelos homens”

“Oh, que daria eu por anunciar o Evangelho! Atravessaria cidades pregando a penitência, com os pés descalços, o crucifixo na mão e o corpo envolvido num cilício espantoso. Caminharia durante a noite gritando: deixai as vossas iniquidades. Até quando sereis como rebanhos aturdidos diante dos demónios? Fugi dos castigos eternos; pensai que há só um instante entre a vida e o inferno”

(Fontes: sites ‘Santopédia’ e’ Coisas de Santos’ com edição e adaptação de JPR)
Publicado por SpeDeus às 00:06.

domingo, 22 de agosto de 2010

A FERVOROSA EMENDA DE TODA A NOSSA VIDA



A VIDA DO ESPÍRITO
do livro"A Imitação de Cristo"

A PRUDÊNCIA NAS ACÇÕES
1- Não se deve crer em tudo quanto se diz, nem em tudo quanto ocorre à nossa imaginação; mas com a maior cautela e devagar, devemos examinar tudo perante Deus.
Como é triste considerar que do nosso próximo se diz mais mal que bem!
Só isto basta para mostrar quanto somos fracos!
Os espíritos fortes,entretanto, não crêem levianamente em tudo o que se lhes conta. Eles sabem que a fraqueza humana é inclinada para o mal e pouco fiel no que se diz.
2-Grande sabedoria é não agir com precipitação e não se aferrar com pertinácia nos próprios sentimentos.
A esta sabedoria também pertence não dar crédito imediato a qualquer palavra dos homens, indo logo transmitir as notícias aos outros.
Toma conselho com o varão sábio e de boa consciência etrata de ser por ele ensinado evitando tuas precipitadas opiniões.
A vida perfeita, segundo Deus, faz o homem sábio e experimentado.
Quanto mais humilde perante Deus, tanto serás, em tudo, mais sábio e ponderado!


QUEM FOI TOMÁS VON KEMPIS?

Tomás de Kempis
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Thomas von Kempen (Tomás de Kempis)Tomás de Kempis, também conhecido como Tomás de Kempen, Thomas Hemerken, Thomas à Kempis, ou Thomas von Kempen (Kempen, Renânia, 1379 ou 1380 - 25 de julho de 1471, mosteiro de Saint Agnetenberg, Zwolle), foi um monge e escritor místico alemão. São-lhe atribuidas cerca de 40 obras, o que o torna o maior representante da literatura devocional moderna. Um dos textos que lhe são atribuídos é o IMITAÇÃO DE CRISTO, obra de inegável influência no cristianismo

sábado, 21 de agosto de 2010

DOMINGO XXI DO TEMPO COMUM


XXI DOMINGO COMUM - Lc 13,22-30
O ESFORÇO PARA ENTRAR PELA PORTA ESTREITA
A liturgia deste Domingo nos propõe o tema da “salvação”. Nos indica que para se chegar ao “Reino”, à vida plena, à felicidade eterna, dom de Deus oferecido a todos os homens e mulheres sem exceção, é preciso renunciar a uma vida baseada naqueles valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes, auto-suficientes, e seguir Jesus no seu caminho de amor, de simplicidade, de humildade, de generosidade, de doação, de dom da vida.

No Evangelho de hoje, Jesus anuncia sua mensagem de salvação, ensinando de cidade em cidade, de povoado em povoado. Ao mesmo tempo, aproxima-se de Jerusalém, onde alguém lhe pergunta: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?” É a pergunta curiosa do devoto fiel, evidentemente pondo-se no grupo dos salvos. É a tentação de sempre, a tentação dos nossos amados irmãos judeus da época de Jesus, especialmente dos fariseus; mas também é a nossa tentação: saber se levamos uma vida certinha e se o nosso lugar no paraíso já está assegurado. É a tentação que temos nós discípulos, quando perdemos a dimensão da espera; quando acreditamos que os muros da nossa cidade interior são tão seguros a ponto de não precisarem de vigilância.

É terrível para nós discípulos, quando depois de uma bela experiência de Deus, sentimos imediatamente ter entrado num grupo a parte, e começamos a olhar com soberba os outros, aqueles que não entendem, que não conhecem, que têm seguido outros percursos diferentes dos de Jesus.

Para mantermos a vida de fé, necessitamos fazer todo o esforço possível, diz o Senhor, para passar pela porta estreita. Com este símbolo, Jesus não tem intenção de dizer que devido ao monte de gente que quer a vida eterna, tenhamos que empurrar uns aos outros pra poder garantir nosso lugar. Não! Mas que devemos nos esforçar. Não basta querermos. Certamente, é verdade que nós somos salvos e que não podemos fazer nada com as nossas próprias forças para merecer a salvação, mas esta não acontece sem a nossa fé que se traduz em obras, como uma atitude de pura passividade (Cf. Declaração conjunta católico-luterana sobre a doutrina da justificação).

Deus nos salva, mas nos leva a sério como pessoas livres e responsáveis. Devemos nos esforçar e lutar, aproximando-se decididamente e conscientemente dele, para superar os obstáculos e testemunhá-lo com a nossa vida.

Com a afirmação sobre a porta que é fechada pelo dono da casa, Jesus quer dizer que nós devemos nos esforçar a tempo. Devemos levar em conta que o nosso tempo é curto. Não podemos adiar pra não sei quando o esforço para viver em comunhão com Deus. Com a nossa morte, a porta será fechada e será decidido o nosso destino. Então será muito tarde para querer, chamar e bater. Devemos levar em conta também que o nosso tempo, além de limitado, não temos nenhum controle sobre ele. Não podemos viver uma vida segundo o nosso bel-prazer e adiar para a velhice a preocupação pela salvação, até porque não sabemos se chegaremos a ela. Não somos nós a fechar a porta, mas o Senhor. Por isso, devemos estar sempre prontos.

Nas palavras do dono da casa, vemos uma ênfase na justiça, na orientação da vida segundo a vontade do Senhor. Não basta uma comunhão somente externa com ele, tê-lo conhecido, ter ouvido os seus ensinamentos, conhecer o Evangelho e o cristianismo. Pois, corremos o risco dele nos dizer: “não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça!”. Quem não se orienta pela vontade de Deus, quem rejeita conscientemente a comunhão com Deus, já excluiu a si mesmo da salvação. Esta sua decisão é respeitada e confirmada pelo Senhor. E seria triste chorar de desgosto e ranger os dentes de raiva por se dá conta do que foi perdido.

A boa notícia de Jesus não diz coisas que nos agradam e não nos prometem uma vida fácil e sem esforços. Ela contém algumas verdades incômodas. Mas, justo porque não nos esconde nada e exatamente porque manifesta a verdade completa, nos indica a verdadeira via para a felicidade plena. Aquilo que conta, enfim, é o empenho com o qual se vive a própria existência cristã, testemunhando a pertença a Cristo.


Postado por Pe.Carlos Henrique Nascimento às 10:50 PM

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SÃO BERNARDO, ROGAI POR NÓS



Santo Bernardo de Claraval

Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e sua esposa Alicia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde a tenra idade demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava atenção, pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.

Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Nesta ocasião todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convence-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos, primos e vários amigos. Ao todo trinta pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo e ingressaram no mosteiro da Ordem de Cister, recém fundada.

A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande magnitude que ele passou a ser considerado o seu segundo fundador. No seu ingresso em 1113 eram apenas vinte membros e um mosteiro. Dois anos depois foi enviado para fundar outro na cidade de Claraval, do qual foi eleito abade, ficando na direção durante trinta e oito anos. Foi um período de abundante florescimento da ordem, que passou a contar com cento e sessenta e cinco mosteiros. Bernardo sozinho fundou sessenta e oito e, em suas mãos, mais de setecentos religiosos professaram os votos.

Bernardo viveu uma época muito conturbada na Igreja. Muitas vezes teve de deixar a reclusão contemplativa do mosteiro para se envolver em questões que agitavam a sociedade. Foi pregador, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de Papas, reis, bispos e também polemista político e tenaz pacificador. Nada conseguia abater ou afetar sua fé, imprimindo sua marca na história da espiritualidade católica romana.

Ao lado destas atividades neste mesmo período produz uma atividade literária muito expressiva, em quantidade de obras e qualidade de conteúdo. Tornou-se o maior escritor do seu tempo, apesar de sua saúde sempre estar comprometida. Isto porque Bernardo era um religioso de vida muito austera, dormia pouco, jejuava com freqüência e se impunha severa penitência.

Em 1153, participando uma missão em Lorena ele adoeceu. Percebendo a gravidade do seu estado, pediu para ser conduzido para o seu mosteiro de Claraval, onde pouco tempo depois morreu, no dia 20 de agosto deste mesmo ano. Foi sepultado na igreja deste mosteiro, mas teve suas relíquias dispersadas, durante a Revolução Francesa. Depois, aquela que corresponde à sua cabeça foi entregue para ser guardada na Catedral de Troyes, França.

São Bernardo de Claraval, canonizado em 1174, recebeu com toda honra e justiça, o título de Doutor da Igreja, em 1830

S

SÃO BERNARDO, ROGAI POR NÓS
Santo Bernardo de Claraval

Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e sua esposa Alicia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde a tenra idade demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava atenção, pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.

Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Nesta ocasião todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convence-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos, primos e vários amigos. Ao todo trinta pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo e ingressaram no mosteiro da Ordem de Cister, recém fundada.

A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande magnitude que ele passou a ser considerado o seu segundo fundador. No seu ingresso em 1113 eram apenas vinte membros e um mosteiro. Dois anos depois foi enviado para fundar outro na cidade de Claraval, do qual foi eleito abade, ficando na direção durante trinta e oito anos. Foi um período de abundante florescimento da ordem, que passou a contar com cento e sessenta e cinco mosteiros. Bernardo sozinho fundou sessenta e oito e, em suas mãos, mais de setecentos religiosos professaram os votos.

Bernardo viveu uma época muito conturbada na Igreja. Muitas vezes teve de deixar a reclusão contemplativa do mosteiro para se envolver em questões que agitavam a sociedade. Foi pregador, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de Papas, reis, bispos e também polemista político e tenaz pacificador. Nada conseguia abater ou afetar sua fé, imprimindo sua marca na história da espiritualidade católica romana.

Ao lado destas atividades neste mesmo período produz uma atividade literária muito expressiva, em quantidade de obras e qualidade de conteúdo. Tornou-se o maior escritor do seu tempo, apesar de sua saúde sempre estar comprometida. Isto porque Bernardo era um religioso de vida muito austera, dormia pouco, jejuava com freqüência e se impunha severa penitência.

Em 1153, participando uma missão em Lorena ele adoeceu. Percebendo a gravidade do seu estado, pediu para ser conduzido para o seu mosteiro de Claraval, onde pouco tempo depois morreu, no dia 20 de agosto deste mesmo ano. Foi sepultado na igreja deste mosteiro, mas teve suas relíquias dispersadas, durante a Revolução Francesa. Depois, aquela que corresponde à sua cabeça foi entregue para ser guardada na Catedral de Troyes, França.

São Bernardo de Claraval, canonizado em 1174, recebeu com toda honra e justiça, o título de Doutor da Igreja, em 1830

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

TERRA QUEIMADA



Subi ao alto do monte.
A natureza sufocava
no negro que esfumava
vapores da terra queimada
sob o résteo horizonte.
O sol, fusco, vermelhava.

Pranteavam os pinheiros,
carvalhos e castanheiros,
pelos rebentos roubados
à idade aureolada
de verdes telas pujantes
à mistura, perfumados.
Agora caídos no chão
sob nacos de carvão,
sentires arrepiantes,
mostravam a malvadez
de tacanha mesquinhez
de quem ama desamores.
.
Subi aos fúnebres montes!
Distúrbios espalhados,
giestas de véus finados,
oravam nas pedras fendidas.
Dentre traições, horrores...
anciãos sufragavam dores
com a secura das fontes...
as mil forças investidas
pela sorte de suas vidas!
.
Numa previsão mundial
mais de chorar que rir,
ao meu coração, em degredo,
só apetece enterrar o medo
entre as cinzas da saudade
dos montes, em soledade!

-
De Maria do Rosário Guerra

terça-feira, 17 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SÃO TARCÍSIO, ROGAI POR NÓS


Biografia
Na adolescência converteu-se ao Cristianismo.
Como acólito nas missas realizadas nas catacumbas foi incumbido de levar hóstias aos prisioneiros condenados a morte.
As levava nas mãos, apoiando no peito a Eucaristia, no caminho foi agredido por curiosos interessados no que carregava, mas preferiu morrer que entregar à multidão os sacramentos que carregava. Tinha então 12 anos.
Como na epígrafe que lhe dedicou em seu túmulo o Papa Damaso I o compara a Santo Estevão, que foi apedrejado até a morte, se supõe que Tarcísio também tenha morrido desta maneira.
Suas relíquias repousam atualmente na basílica de San Silvestro in Capite, em Roma.
Sua história foi expandida pelo Cardeal Nicholas Wiseman, que o retrata como um jovem acólito em sua novela "Fabíola, ou a Igreja nas Catacumbas", publicada em meados do século XIX. A ampla divulgação deste livro é responsável pela renovação e ampliação de seu culto.

São Tarcísio é o patrono dos Acólitos e Ministros Extraordinários da Eucarístia.
É também padroeiro dos operários que sofrem perseguições devido a suas crenças religiosas.

Sua festa é celebrada no dia 15 de Agosto de cada ano.
Como esta data é reservada pelo calendário hagiológico à solenidade da Assunção de Maria, São Tarcísio não é mencionado neste calendário, apenas na Martiriologia Romana

domingo, 15 de agosto de 2010